Bruna e Luiza se conheceram no movimento.

Duas psicólogas que migraram – física e simbolicamente – e, nessa travessia, se encontraram na escuta do Outro. 

Intercâmbio e outras vivências migratórias

Formadas em psicologia pela PUC-CAMPINAS, cruzaram fronteiras para um mesmo destino. Durante um intercâmbio na Austrália, viveram na pele o que significa migrar, aprender outra língua, ressignificar laços e existir em um lugar onde ser estrangeira é tanto possibilidade quanto desafio.

A experiência de deslocamento também foi uma jornada interna, onde se perceberam entre mundos — nem daqui, nem de lá, mas sempre em trânsito. 

Espaço Eutre: 
Um lugar de acolhimento

De volta ao Brasil, seguiram percorrendo caminhos de escuta e cuidado. Hoje cursam uma especialização em Psicologia e Migrações PUC-Minas, e aprofundam suas compreensões sobre saúde mental para quem vive entre diferentes culturas.  

Foi dessa vivência compartilhada, como mulheres, brasileiras, imigrantes e psicólogas, que nasceu o Espaço Eutre: um lugar de acolhimento para quem atravessa fronteiras, sejam geográficas ou emocionais. 

Por que “Eutre”?

O nome nasceu da relação entre o EU e o OUTRO.

O que existe ENTRE ELES representa intersecções e espaços de transição. ENTRE é estar na fronteira. E na borda da relação entre eu e o outro, há o desconhecido.

É preciso des-conhecer-se para conhecer.  


Para quem é o Espaço Eutre?

Para quem vive entre fronteiras: lugares, culturas, identidades e transformações.

Acolhemos e escutamos quem está em movimento, atravessando territórios ou percorrendo caminhos internos.

Pessoas que recebem diferentes nomes: viajantes, nômades digitais, imigrantes, expatriados… humanos. Valorizamos a singularidade de cada trajetória e as intersecções que as conectam. 

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